Janelas iungo

O Janelas iungo é um festival de acontecimentos formativos gratuito e online, feito especialmente para professores e outros profissionais da educação. A primeira edição acontece entre 19/8 e 22/8, com o tema do autoconhecimento.

O festival traz oficinas ao vivo e atividades para estimular práticas inspiradoras e o repertório estético de educadores, rumo a uma educação mais sensível e inovadora.

Para participar, entre no canal @janelasiungo do telegram. Parte do festival acontece por ali e é também pelo canal que você fica atualizado das atividades do Festival.

Atenção: as oficinas tem apenas 100 vagas e precisam de inscrições prévias.

Confira a seguir a programação completa e participe!

Nano live Cadernos de Sonhos: registros de ideias para viver melhor, com Mario Alves
19 ago, 20h00 à 20h30 | Onde e como? Aberto no Instagram @institutoiungo

Oficina de escrita afetuosa, com Ana Holanda
20 ago, 19h30 à 21h30 | Onde e como? No google meet mediante inscrição | 100 vagas
inscreva-se aqui!
Oficina Caminhos, narrativas e identidade docente, com Renata Valério e Sâmara Araújo
21 ago, 10h00 à 12h | Onde e como? No google meet mediante inscrição | 100 vagas
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Ateliê Biográfico – Histórias Marcadas, com Joaquim Olegário, Kele Frossard e Wilian Marcos
22 ago | Onde e como? Aqui em nosso site e aberto no canal @janelasiungo do telegram

A minha Ilha, exercícios de inspiração, por Silvia Gomez
19 a 22 ago | Onde e como? Aberto no canal @janelasiungo do telegram

Confira a seguir os detalhes sobre a programação e os convidados

Nano live Cadernos de Sonhos: registros de ideias para viver melhor, com Mario Alves
19 ago, 20h00 à 20h30 | Onde e como? Aberto no Instagram @institutoiungo

Como um simples caderno pode se tornar um portal para os nossos sonhos? Como o hábito de anotar ideias pode se transformar numa prática de autoconhecimento e autocuidado, nos levando a apreciar mais quem somos a partir da compreensão da nossa história única no mundo? Na live, o artista da palavra e da escuta, Mário Alves, conversa um pouco conosco sobre como nossos cadernos de sonhos e histórias podem nos ajudar a viver melhor e com mais sentido.

Mário Alves nasceu em 1981, Ano Internacional da Pessoa com Deficiência. Por coincidência, ou não, é o primeiro filho de um casal de cegos, o que explica, em parte, sua paixão pela oralidade, bem como sua trajetória profissional – em que a palavra comovida ocupa lugar central: pós-graduado em História pela UFMG, formado em contação de história pelo Instituto Cultural Aletria, professor de História (2005 a 2012) nas redes pública e particular e educador do CCBB-BH e Casa Fiat de cultura. Entre 2015 e 2017, comandou o Canto do conto, projeto semanal de contação de história, realizado pela Fnac-BH Shopping. Integrou, de 2017 a 2019, as equipes dos projetos Ler é Viver e Era uma vez, em parceria com o Instituto Gil Nogueira. Apresentou-se em festivais literários como Flipoços, Bienal do livro judaico, Salão do livro de Minas Gerais, dentre outros. Artista da palavra e da escuta, Mário trabalha para que pessoas e grupos possam reconhecer, valorizar e contar histórias que potencializam e dão sentido a vida!

Oficina de escrita afetuosa, com Ana Holanda
20 ago, 19h30 à 21h30 | Onde e como? No google meet mediante inscrição | 100 vagas

A oficina “Escrita Afetuosa” busca despertar a nossa sensibilidade para o caminho da palavra como prática de autoconhecimento e autocuidado. Ao transformar o cotidiano em textos sensíveis e profundos, deslocamos o nosso olhar para a beleza que existe nas coisas simples do mundo. Um caminho bonito e precioso que pode nos levar a viver a partir das nossas palavras no outro.

Ana Holanda é uma apaixonada pela palavra. Jornalista, escritora e professora, é atualmente diretora de conteúdo da editora Vida Simples. Autora dos livros Como se Encontrar na Escrita e Minha Mãe Fazia, Ana conduz pessoas e empresas pelo caminho de uma escrita mais gentil e que olhe nos olhos.

Oficina Caminhos, narrativas e identidade docente, com Renata Valério e Sâmara Araújo
21 ago, 10h00 à 12h | Onde e como? No google meet mediante inscrição | 100 vagas

A oficina busca proporcionar, de forma criativa, a cada educador um revisitar de sua trajetória profissional. A possibilidade de tomada de consciência de marcos, escolhas e sentidos pode contribuir para reflexão e transformação de sua prática.

Renata Valério e Sâmara Araujo são pedagogas e professoras. Trabalham juntas em uma escola de ensino fundamental de Belo Horizonte, onde desenvolvem atividades colaborativas e criativas com seus estudantes e colegas professores.

Ateliê Biográfico – Histórias Marcadas, com Joaquim Olegário, Kele Frossard e Wilian Marcos
22 ago | Onde e como? Aqui em nosso site e no canal @janelasiungo do telegram

O projeto “Ateliê Biográfico – Histórias Marcadas” propõe uma formação a partir dos pressupostos teóricos da biograficidade. As narrativas docentes são o ponto de partida para o trabalho de reconhecimento de marcadores sociais que fazem parte das vivências comuns entre professores e alunos. Ao narrar suas experiências, o sujeito toma a si mesmo como objeto de reflexão e essa interação de diálogos entre os espaços, pessoal e social, pode contribuir para uma compreensão de si mesmo e do outro. Neste quadro do Janelas, os três educadores contam como o projeto Ateliê Biográfico acontece com os professores de sua escola. Temos aqui uma partilha de prática para te inspirar nas conexões com seus colegas educadores!

Kele Frossard é professora de História e mestranda em educação. Joaquim Olegário é professor de Informática e mestrando em educação. Wilian Marcos professor de Ensino Religioso e mestre em educação. Kele, Joaquim e Wilian trabalham juntos em uma escola de Ensino Fundamental em Itabira – Colégio Municipal Professora Didi Andrade – e já há alguns anos atuam no desenvolvimento de projetos buscando o protagonismo de alunos e professores a partir da compreensão sobre a importância institucional da escola no cotidiano de todos. Em 2021, participam como professores residentes da Residência iungo para Educadores, representando, como coletivo, o Colégio Didi Andrade.

A minha Ilha, exercícios de inspiração, por Silvia Gomez
19 a 22 ago | Onde e como? Aberto no canal @janelasiungo do telegram

A ilha. Este é o convite a uma viagem, travessia em seis passos a uma Ilha ainda desconhecida. O itinerário de exercícios acontece entre os dias 19 e 22 de agosto em pequenas pílulas imaginativas em torno das ideias de busca, aprofundamento, pergunta, enigma. Embarcamos?

Silvia Gomez é jornalista, dramaturga e roteirista, autora de peças teatrais como Mantenha fora do alcance do bebê (melhor dramaturgia APCA 2015 e Aplauso Brasil 2015) e Neste mundo louco, nesta noite brilhante (indicação ao Prêmio Shell paulistano, categoria melhor dramaturgia 2019). Desde 2017, dá aulas de dramaturgia em instituições como o CPT-SESC e SP Escola de Teatro e, atualmente, coordena o Núcleo de Dramaturgia SESI-SP.

Sobre o Janelas iungo

O Janelas iungo faz parte do iungo beta: uma frente de novas iniciativas do instituto, focadas em inovar em termos de forma, conteúdo ou nas relações que propõe estabelecer.

Daí pensar em um festival formativo. E um festival pode ser formativo? Acreditamos que sim!

O objetivo formativos desta primeira edição do Janelas iungo, dedicada ao autoconhecimento, é promover experiências sensíveis, sensoriais e biográficas para que os educadores:

o Conheçam a si mesmos e os seus desejos de ser e se realizar no mundo.
o Ativem suas memórias afetivas.
o Desenvolvam a capacidade de se apreciar.
o Experimentem exercícios que oportunizem bem-estar e desfrutar pequenos prazeres.
o Sejam capazes de criar narrativas afetuosas e generosas sobre si mesmos.
o Mobilizem o olhar atento e a capacidade de estranhar e se abrir para o novo.

“Parto da noção do “desejo” como uma força elementar que existe em cada um de nós, entendendo-o num sentido global, como um anseio inicialmente sem objetivos determinados. É um desejo de ser e de realizar-se – assim como uma semente “quer” nascer, brotar e desenvolver-se em suas formas características. Transformando-se, pelo mero fato de sua presença, em necessidade interior, o desejo mobiliza as aspirações das pessoas e os eventuais caminhos da realização e suas potencialidades. (…)”

Fayga Ostrower

Ao final dos quatro dias de programação, as produções do festival se tornam trilha de aprendizagens no site do iungo e poderão ser percorridas por qualquer educador do Brasil, de forma gratuita.