O curso Cartografias: Projetos de Vida e Educação para as relações étnico-raciais reúne pesquisadores que ajudam a refletir sobre identidade, território, memória e educação. Arraste para o lado e conheça algumas dessas referências!

Seta pontilhada branca

Entre as vozes presentes está Abdias do Nascimento (1914-2011), referência fundamental na luta antirracista e na valorização das culturas afro-brasileiras. Seu pensamento contribui para discutir pertencimento, ancestralidade e justiça social.

Foto: Literafro - UFMG

As reflexões de Angela Davis (1944-) também dialogam com os temas do curso. Suas contribuições ajudam a compreender as relações entre raça, gênero, desigualdade e transformação social.

Foto: Universidade Federal  da Bahia (UFBA)

Os Valores Civilizatórios Afro-Brasileiros organizados por Azoilda Loretto da Trindade (1957-2015) aparecem como importantes referências na formação.  Eles ajudam a pensar práticas educativas mais humanas, coletivas e conectadas à ancestralidade.

Foto: Afromemoria / Afrocebrap

As discussões sobre memória, território e identidade também passam pela obra de Beatriz Nascimento (1942-1995) Suas pesquisas valorizam as histórias e os saberes da população negra brasileira.

Foto: Enciclopédia de Antropologia - USP

A escritora e jornalista Bianca Santana (1984-) também integra o repertório do curso. No livro Quando me descobri negra, ela compartilha experiências que revelam como o racismo atravessa o cotidiano e os processos de construção da identidade.

Foto: Caroline Lima

As perspectivas indígenas estão presentes no curso a partir de autores como Daniel Munduruku (1964-) e Kaká Werá (1964-). Suas produções ampliam o olhar sobre território, identidade e modos de viver e aprender.

Foto: Site danielmundukuru.com

Foto: Bruno Cruz / Ag. Pará

A formação ainda apresenta a trajetória de Eloy Terena (1988-), importante liderança indígena no campo jurídico brasileiro.

Foto: Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)

O curso também apresenta contribuições de Kimberlé Crenshaw (1959-), conhecida por desenvolver o conceito de interseccionalidade. A autora propõe olhar para como diferentes desigualdades se cruzam nas experiências das pessoas.

Foto: Duke University

Os estudos de Lélia Gonzalez (1935-1994) a tornam outra importante referência. Sua atuação marcou as pesquisas sobre cultura afro-brasileira e latino-americana e feminismo negro.

Foto: Literafro - UFMG

Outro nome presente é o da professora e pesquisadora Sueli Carneiro (1950-). Sua produção intelectual fortalece debates sobre equidade racial, educação e os direitos das mulheres negras no Brasil.

Foto: Literafro - UFMG

Essas e outras referências ajudam a construir reflexões importantes para uma educação com mais qualidade e equidade. O curso Cartografias: projetos de vida e Educação para as relações étnico-raciais é gratuito, on-line e autoformativo.

Seta

No blog do iungo você conhece mais sobre essas personalidades. 

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