
O ano de 2026 marca um momento decisivo para a educação brasileira. Após um período de debates, ajustes normativos e turmas-piloto nas redes de ensino, o Ensino Médio entra em uma nova fase: a da implementação nacional das diretrizes que buscam transformar essa etapa da Educação Básica.
A sanção da Lei nº 14.945, em 2024, estabeleceu um ciclo de transição. Esse período foi fundamental para revisões, escutas e adequações. Agora, em 2026, o desafio se torna outro — colocar em prática, de forma alinhada e equitativa, o novo formato do Ensino Médio em todo o país.
Esse processo vai se beneficiar de decisões pedagógicas cada vez mais intencionais — especialmente no que diz respeito ao planejamento das aulas, à organização curricular e ao acompanhamento das aprendizagens dos estudantes.
O que muda quando a implementação se torna nacional
Para além de um conjunto de diretrizes e normativas, as diretrizes do Ensino Médio impactam diretamente o cotidiano das escolas e o trabalho dos educadores — nas salas de aula e nas secretarias de educação.
Entre os principais desafios desse novo momento estão:
- alinhar o planejamento pedagógico às diretrizes atualizadas, sem perder de vista as realidades locais;
- garantir coerência entre Formação Geral Básica, Itinerários Formativos, Projetos de Vida e Educação Profissional;
- fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com a diversidade das juventudes, os territórios e os projetos de vida dos estudantes;
- assegurar que professores e gestores tenham acesso a formação continuada qualificada, conectada à prática e ao contexto da escola.
O papel central de professores, gestores e formadores
A implementação não segue um modelo pronto. É necessário adaptar e avaliar continuamente. Isso passa, necessariamente, pelo trabalho dos profissionais que atuam nas redes de ensino. Professores, gestores escolares, formadores e técnicos são protagonistas e autores de práticas pedagógicas que dão sentido ao currículo no cotidiano escolar. O momento atual exige, mais do que nunca, o investimento no desenvolvimento profissional dos educadores, por meio da formação continuada.
Nosso Ensino Médio: apoio estruturado para um ano decisivo
É nesse contexto que o Nosso Ensino Médio se consolida como uma iniciativa estratégica. Maior programa gratuito de formação docente voltado ao Ensino Médio no Brasil, o Nosso Ensino Médio foi construído de forma colaborativa, envolvendo educadores, equipes técnicas das secretarias de educação e especialistas de diferentes áreas.
A plataforma (nossoensinomedio.org.br) chega ao ano letivo de 2026 com 100% de seus conteúdos atualizados. Organizada em trilhas formativas que apoiam professores, gestores e formadores, ela é uma excelente referência para:
- compreender as mudanças que orientam o Ensino Médio hoje;
- planejar aulas e percursos formativos alinhados às diretrizes atuais;
- fortalecer práticas pedagógicas que façam sentido para os estudantes;
- articular currículo, juventudes, território e projetos de vida.
Mais do que apresentar conteúdos, o Nosso Ensino Médio oferece referências para refletir e colocar a mão na massa, respeitando a diversidade das redes e das escolas.
Planejar 2026 com intencionalidade e formação continuada
Planejar este ano letivo com clareza, intencionalidade e apoio formativo é fundamental para garantir que as mudanças se traduzam em aprendizagens significativas.
>>> Acesse o Nosso Ensino Médio e conheça a plataforma:
nossoensinomedio.org.br
O Nosso Ensino Médio é realizado pelo Instituto iungo, Instituto Reúna e Itaú Educação e Trabalho. Formação gratuita, prática e atualizada para quem atua no Ensino Médio.